Por que eu ainda choro?
Me calo e engulo seu nome.
Em silêncio meu peito sangra.
Fico inquieta com seu toque na lembrança.
Seu olhar.
Meus sentinemtos.
Uma história vazia e jogada às traças.
Que se perde no amanhecer.
Mas que reaparece a cada gole de cerveja.
Me calo e engulo seu nome.
Em silêncio meu peito sangra.
Fico inquieta com seu toque na lembrança.
Seu olhar.
Meus sentinemtos.
Uma história vazia e jogada às traças.
Que se perde no amanhecer.
Mas que reaparece a cada gole de cerveja.

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